Os esportes radicais não são tão populares no Brasil como o futebol e o vôlei, mas com certeza possuem seu público e seus lugares próprios para a prática em qualquer cidade. O skate é o principal deles, já que envolve manobras, velocidade e é uma atividade sempre feita ao livre, além do fato de que a tábua com quatro rodinhas pode até ser um meio de transporte. Mas lembre-se: a segurança é muito importante.

Quem nunca subiu em um skate pode achar que se equilibrar é difícil, mas é tudo uma questão de costume. Claro que, quem tem menos coordenação nas pernas pode estranhar, mas contanto que alguém mais experiente ajude, seja um instrutor ou amigo, vai ser fácil se manter em pé e até começar a se movimentar. Antes de sair por aí tentando manobras ou caindo em rampas, saiba qual é seu pé predominante, ou seja, o que vai ficar na frente do skate.

Depois de aprender o básico e adquirir confiança nos movimentos, é hora de conhecer a manobra mais básica, chamada de “ollie”. O pulo do skate acontece quando um pé pisa mais forte atrás e o outro chuta na frente, e assim as rodas saem do chão. Ao arriscar movimentos mais ousados, as chances de queda são grandes no começo, então aprenda a cair sem se machucar, não sustentando o peso do corpo nos braços, pulsos ou tornozelos.

Equipamento

É preciso comprar um skate adequado para a prática, evitando peças suspeitas e estruturas fracas. Se for comprar para o seu filho (a), vá à uma loja especializada, assim o desenvolvimento e a segurança do praticante ganham prioridade. Nem sempre vimos os skatistas pelas ruas e parques usando capacetes e joelheiras, mas esses itens são fundamentais.

Skate

Joelheira

Cotoveleira

Tênis

Foto: Divulgação