Em reunião realizada em Tóquio na última semana, foi definido que o governo japonês e as administrações regionais não se envolverão nos custos dos Jogos Olímpicos de 2020, ao contrário do que havia sido firmado previamente. Somando todas as obras de estádios, arenas e alojamentos para atletas e turistas, os custos ficarão entre 1,6 e 1,8 trilhão de ienes (R$ 44 e 50 bilhões de reais).

Era esperado que esses órgãos nacionais arcassem com ¾ do total, enquanto o Comitê Olímpico local ficaria com o restante, mas em reunião do próprio presidente do comitê com a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, a decisão prévia foi retificada. Com isso, as instalações temporárias e centros esportivos devem cair na íntegra nas mãos do órgão.

Antes de abril, o plano inicial era de que o comitê organizador fosse o responsável por completo, mas as regiões que rodeiam a capital foram convidadas a participar e a resposta foi positiva. Agora que os planos mudaram, vamos ver como vão se virar os japoneses para entregar a próxima Olimpíada, embora saibamos que eles são reconhecidamente mais organizados do que os brasileiros.

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